tantas vezes te vou buscar ao fundo dos tempos quando dizias apenas "Ainda bem que vieste!" olho-te agora na sombra do que foi tempo nem meu nem teu tempo somente
Lindo. Um prazer ler-te: doce deleite! Lindo leite derramando-se em pétalas? Se foram doces pétalas de tempo, vale a pena de estarem no chão. No chão, pois, também: que a água pode vir de toda parte e em qualquer tempo. Beijo, Laura.
Sabes o que me recordou o teu poema? Um poema de William Butler Yeats:
Had I the heavens’ embroidered cloths, Enwrought with golden and silver light, The blue and the dim and the dark cloths Of night and light and the half light, I would spread the cloths under your feet: But I, being poor, have only my dreams; I have spread my dreams under your feet; Tread softly because you tread on my dreams.
Não sei porquê mas fiquei com o olhar embaciado!
ResponderEliminarAbraço
EliminarRosa, de que vale ficarmos "com o olhar embaciado"?
Eu já sorrio às rosas...
Beijinho
Lindo poema falando de saudade...
ResponderEliminarbeijinhos,
Léah
EliminarLéah, o que somos? Apenas saudade...
Beijinho
Lindo. Um prazer ler-te: doce deleite!
ResponderEliminarLindo leite derramando-se em pétalas?
Se foram doces pétalas de tempo, vale a pena de estarem no chão.
No chão, pois, também: que a água pode vir de toda parte e em qualquer tempo.
Beijo, Laura.
EliminarGilson, a água é como o tempo... tudo leva e só ficam recordações, o mel e o leite da alma.
Obrigada pelas tuas palavras. Um beijinho.
saudade de (um) tempo....
ResponderEliminar:)
EliminarDe todos os tempos, Pi. Saudade até de mim...
Beijinho
A saudade muito bem descrita...
ResponderEliminarBeijinhos, sem a chuva daqui
EliminarOlha que a chuva aqui é a cântaros. Já tenho saudade de ver as rosas ao sol. :)
Beijinho
Boa tarde,
ResponderEliminarSaudade que bate, saudade que vai, saudade que volta, saudade faz parte da saudade.
Abraço
ag
EliminarSaudade da saudade... é mesmo uma saudade, António.
Beijinho
Se deixou saudade é porque valeu a pena.
ResponderEliminarQue belas palavras, tão poéticas.
Beijos
EliminarO Poeta, o meu Pessoa, condicionou tudo à alma. A minha não é pequena nem grande... É do meu tamanho.
Obrigada, Pérola, e um beijinho.
Ás vezes apetece gritar: "raios partam a saudade"
ResponderEliminarBeijinhos , grandes.
EliminarDeste-me voz, Maria do Sol, com esse teu grito...
Beijinhos grandes também.
pétalas evanescentes...
ResponderEliminartatuadas no tempo.
belíssimo
beijo
EliminarObrigada, heretico.
Beijinho
... e já é tanto
ResponderEliminar
EliminarPelo menos parece ser, Mar!
Beijinho
Muito bonito!
ResponderEliminar
EliminarObrigada, Graça! Obrigada!
Beijinho
Se sorris são doces as tuas recordações , estarei certa ?
ResponderEliminarbeijinho
EliminarSorri-se para não chorar. Quantas vezes, Fê!
Beijinho
Olá Laços,
ResponderEliminarSabes o que me recordou o teu poema?
Um poema de William Butler Yeats:
Had I the heavens’ embroidered cloths,
Enwrought with golden and silver light,
The blue and the dim and the dark cloths
Of night and light and the half light,
I would spread the cloths under your feet:
But I, being poor, have only my dreams;
I have spread my dreams under your feet;
Tread softly because you tread on my dreams.
Abraço grande e obrigado
EliminarArgos, obrigada. Gostei do poema.
Há laços a desfazerem-se...
Beijinho
O tempo tudo leva, mas há sempre algo que fica.
ResponderEliminarGostei muito!
Beijo :)
EliminarObrigada, AC. O que fica, não serve de muito.
Beijinho