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quarta-feira, 23 de abril de 2014

E







sei dos cavalos aprisionados nas cristas rendilhadas pelo desespero ácido

e
sei da alma esventrada da revolta dos que serram os punhos sem trabalho

e  
sei que perante 

os voos planados dos urubus 
o riso sarcástico das hienas
os insatisfeitos abutres
os ululantes chacais 


« há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz NÃO! »