Cada dia é mais uma tela que me abraça e convida.
Traiçoeiros abraços e palavras que me conduzem a um campo vazio.
Porque estará vazio esse espaço-cenário para onde caminho?
Recorto-te com o olhar no horizonte, linha constante que me separa de mim...
O que haverá depois dessa abstração?
E quem estará à minha espera no cenário... para além das árvores?




